O supra-sumo do profissionalISMO materno taqui. Isso é que é querer-ser LITERALMENTE mãe profissional. (Uma curiosidade: não se tem notícia de pais que assumem essa função, é coisa de mãe mesmo, mesmo que a idéia seja do pai).
O que vocês acham? Posso estar errada – e adoraria ver opiniões diferentes – mas tendo a pensar que a Escola vai mal, mas não é nenhum monstro ao ponto da gente (leiga!) ter de segurar as crianças em casa e virar professora, sem formação pra isso. Acho maluquice. Onipotência demais achar que tudo que seus filhos precisam está em você. E seus derivados: achar que eles são incapazes de resolver suas questões em outros ambientes que não o familiar, querer transmitir conhecimentos para os quais não recebeu formação específica, pretender preservá-los dos sofrimentos normais da vida, etc.
Pra mim (sem contar as coisas todas de socialização, institucionalização, Educação Formal e especializada, etc), a melhor coisa da Escola é meu filho ter outros adultos de referência além de mim e de meu marido.
PS.: Muito diferente o caso de famílias (por exemplo, nômades) cujos filhos não podem acompanhar o calendário escolar e portanto participam de programas de educação a distância.
PS2: O link me foi gentilmente mandado pelo Ed Siqueira.
_Claudia_







